Unidade de comando se procura na concessionária da marca, com o código da peça, depois de uma auto-elétrica de moto confirmar que o defeito está mesmo no módulo. Esse nome não é fechado em moto: pode ser o módulo eletrônico da injeção (ECU), a CDI da ignição ou o módulo de ABS. O termo também se confunde com comando de válvulas, que é peça do motor, e com o comando do guidão, que é o conjunto de interruptores. Antes de comprar, defina qual é a sua.
Como saber qual é o módulo
Com o modelo, o ano e o número do chassi, a concessionária da marca consegue achar o código da peça certa. Uma auto-elétrica de moto também diagnostica se o defeito está no módulo ou na fiação, nos sensores e no relé. O módulo pode estar bom e o problema ser um conector oxidado ou um sensor, então teste antes de gastar.
Peça usada e programação
Módulo usado só pode vir de empresa registrada no Detran, que informe a origem e a condição (Lei 12.977/2014). Algumas motos têm chave codificada ou parâmetros gravados na ECU, então o módulo de outra moto pode não funcionar sem programação. Pergunte antes na concessionária.
Módulo sem código é compra no escuro
Não compre módulo sem o código, só pela cara da caixa. Peça de modelo parecido pode ter conector igual e comportamento diferente. Se o módulo for de ABS, ele faz parte do freio: trate como item de mecânico e não o compre usado. Magneti Marelli faz sensores e relés, que convém testar antes do módulo. Se a moto não pega ou falha em marcha lenta, comece pela bateria, pelos fusíveis, pelo aterramento e pelos conectores. Um multímetro nas mãos de quem sabe usar custa pouco perto de um módulo errado. Guarde o módulo velho: a concessionária pode precisar dele para casar a chave ou a numeração.



