O jeito mais seguro de comprar retrovisor é levar o velho. Na concessionária da marca você acha a peça original pelo código, e na loja de peças de moto da cidade encontra reposição que você compara lado a lado com o modelo quebrado. Loja online serve quando você já sabe exatamente o que precisa: se a rosca vier diferente, você tem 7 dias para desistir da compra (CDC).
Original ou reposição
Se a moto é nova e ainda tem o visual de fábrica que você quer manter, o original pelo código resolve com menos conferência. Em moto mais velha, a reposição costuma atender bem, desde que a embalagem informe a aplicação por modelo e ano. A peça mais barata, sem nenhuma informação de aplicação, é a que costuma voltar para a bancada porque a rosca não fecha.
Lado, haste e rosca decidem o encaixe
- modelo, ano e versão da moto;
- lado do retrovisor que quebrou (esquerdo ou direito), porque em algumas motos uma das roscas é invertida;
- se a haste é curta ou longa;
- onde ele prende (guidão ou carenagem) e, se for rosca, o diâmetro dela.
Se só o vidro quebrou, vale perguntar se a loja vende o vidro separado, em vez de trocar o conjunto. Nem toda moto tem essa opção.
Com a peça certa, a troca costuma pedir só chave de boca e atenção à contraporca. Aperte com firmeza, mas sem forçar a rosca, e ajuste o ângulo sentado na moto, com a postura de pilotagem.
Obrigatório nos dois lados
A Resolução Contran 912/2022 lista os retrovisores dos dois lados entre os itens obrigatórios. Rodar só com um é irregular e também menos seguro, porque o ponto cego de um lado fica enorme na troca de faixa.



