Reboque de moto tem três sentidos, e cada um se resolve em outro lugar. Para moto quebrada, comece pela central do seguro ou da associação e só depois procure empresa de guincho. Para levar a moto no carro, a carretinha vem de fabricante ou de oficina de implementos rodoviários. Engate para a moto puxar carga é o que menos compensa, e passa antes pelo Detran.
Guincho: quem precisa levar a moto quebrada
É o serviço de reboque. Quem tem seguro ou associação de proteção veicular muitas vezes conta com assistência 24 horas no contrato; ligue para a central e confira se a cobertura inclui moto e qual a distância. Sem isso, procure empresa de guincho que informe se leva moto, pois nem todo caminhão tem rampa e amarração própria.
Peça que prendam a moto por pontos firmes, e nunca por carenagem, manete ou escapamento. Pergunte se usam cintas com catraca e calços na roda.
Carretinha: transportar a moto no carro
É um reboque para engatar no carro e levar a moto. Procure em oficinas de implementos rodoviários ou em fabricantes de carretinhas. O reboque tem exigências de registro e de iluminação: confirme as regras no Detran antes de comprar. A carretinha usada deve ter documento regular, e quem vende precisa mostrar a documentação. Confira também se o seu carro tem engate e o que ele pode puxar: isso está no manual do carro.
Engate: levar carga atrás da moto
Há quem queira puxar uma carretinha pequena com a moto. Para uso comum, não compensa: o peso atrás muda a frenagem e a estabilidade. É uma alteração na moto, e pede conversa com o Detran do seu estado antes de instalar o engate. Se seguir adiante, é serviço de oficina que trabalha com chassi.
Seja qual for o caso, tenha em mãos o modelo, o ano e o peso aproximado da moto, e peça tudo por escrito: o que a empresa cobre, o destino e o prazo.



