Pastilha de freio se acha em loja de peças de moto da cidade e na concessionária da marca. Na loja, leve a pastilha velha e confira se o formato bate. Na concessionária, peça pelo código do catálogo da sua moto. Loja online também serve, desde que o anúncio diga a aplicação por modelo e ano e que o vendedor mostre nome empresarial, CNPJ e contato.
Original ou reposição
Para moto de uso diário, fique no original ou numa marca conhecida de reposição com a aplicação indicada na embalagem. Cobreq, Riffel, Ferodo e Brembo fazem pastilhas. A mais barata sem marca é a que costuma voltar para a oficina em pouco tempo, e o freio não é lugar para economizar.
Existem pastilhas de compostos diferentes, mais macias ou mais duras. Pastilha de pista pode morder bem quente e pouco a frio, o que atrapalha na rua, no frio da manhã ou na chuva. Pergunte ao vendedor para qual uso o composto foi feito.
Roda, tipo de freio e ABS definem a pastilha
- Modelo, ano e se o freio é dianteiro ou traseiro. A moto pode ter pastilhas diferentes em cada roda, e freio a tambor não usa pastilha: usa lona.
- Se a moto tem ABS, confirme que a pastilha serve para a versão com ABS.
- Pastilhas vêm em jogo. Troque o jogo inteiro da pinça, nunca só uma.
Sinais de peça ruim e limite legal
Pastilha sem nome de fabricante, sem referência de aplicação ou com embalagem sem identificação merece desconfiança. Pastilha usada não se compra: freio usado não pode ser vendido para reposição ao consumidor (Resolução Contran 611/2016).
A troca é trabalho de mecânico, porque envolve recuar o pistão da pinça, conferir o nível do fluido e olhar o disco. Antes de sair, acione a manete e o pedal com a moto parada até o freio ficar firme. Se a manete afundar ou o pedal ficar sem resistência, não rode: leve a moto de guincho ou carreta, sem pilotar. Ruído ou vibração logo depois da troca pedem voltar à oficina.



