Óleo lubrificante se compra na concessionária, na loja de peças de moto e em casa de lubrificantes, e no balcão esse pedido costuma virar óleo de motor. Para outra parte da moto, diga qual é: cada uma pede um produto diferente, e um não substitui o outro.
Óleo de motor, o pedido mais comum
A moto quatro tempos de marcha costuma usar o mesmo óleo para motor, câmbio e embreagem, e a embreagem trabalha banhada nele. Por isso o frasco precisa trazer o grau SAE e a norma JASO MA ou MA2 que o manual pede; óleo de carro pode fazer a embreagem patinar. Entre as marcas que fazem esse óleo estão Motul, Mobil, Castrol e Ipiranga.
Qual lubrificante vai nas outras partes
- Garfo dianteiro: óleo de suspensão, pelo grau de viscosidade indicado.
- Caixa de scooter ou diferencial de cardã: óleo de engrenagem indicado no manual.
- Corrente de transmissão: lubrificante próprio para corrente, em spray, depois de limpar com limpa-corrente. Motul, Mobil e Ipiranga fazem esse tipo de produto.
- Cabos e pivôs: lubrificante fino ou graxa, conforme o ponto.
Leve a página do manual ao balcão
A concessionária vende o que a fábrica indica pelo modelo. A loja de peças de moto e a casa de lubrificantes têm mais variedade. A oficina de confiança compra e aplica. Para a moto de uso diário, o caminho mais prático é levar o manual ou uma foto da página de lubrificantes ao balcão. Se você só disser “preciso de óleo”, vai sair com o frasco que o balcão tem na mão; se disser o modelo, o ano e a parte, a conversa fica objetiva e você compara de verdade.
Registro da ANP e sigla no rótulo
O óleo de motor vendido no Brasil precisa de registro na ANP, e você consulta no painel de registros da agência. Se o frasco não traz a viscosidade e a norma, ele não responde à pergunta do manual.



