Óleo de motor se acha em loja de peças de moto, em concessionária, em oficina que faz a troca e em loja online. Na troca de rotina, compre na própria oficina ou na loja de peças: você vê o lacre na hora, e a oficina já fica com o óleo usado. O que decide a compra é a especificação que o manual pede, não a marca da prateleira.
O que ler no rótulo
Olhe a viscosidade indicada no manual e a norma JASO. Moto com embreagem em banho de óleo costuma pedir JASO MA ou MA2, e óleo de carro, que não foi feito para essa embreagem, pode fazê-la patinar. Scooter automática pode pedir outra especificação. Confira também se o manual pede óleo mineral, semissintético ou sintético.
Que marca levar
Eu levaria o tipo e a viscosidade do manual, em marca conhecida como Motul, Mobil, Castrol ou Ipiranga: é com essa viscosidade que o motor foi projetado para trabalhar, e marca fácil de achar deixa você repetir o mesmo óleo na troca seguinte. Na dúvida entre mineral e sintético, o manual manda. Sintético em moto que pede mineral não corrige desgaste que já existe.
Sinais de óleo sem procedência
- O frasco está sem lacre ou com rótulo apagado.
- O produto não tem registro na ANP. Você pode conferir no painel de registros da ANP.
- O preço está muito abaixo do normal em marca conhecida.
Quantidade, filtro e destino do óleo usado
O manual diz o intervalo de troca e se o filtro de óleo entra junto. O filtro também tem aplicação por modelo, e Fram e Wega fazem essa peça. Anote a quantidade de óleo do manual, porque encher demais também faz mal, e confira o nível na posição que o manual indica (cavalete ou moto reta, em piso plano), pela janela ou pela vareta, conforme o modelo.
Se o nível baixa rápido, pode ser consumo do motor ou vazamento, e trocar de marca não resolve: leve à oficina.
O óleo usado não pode ir para solo, água ou esgoto (Conama 362/2005). Entregue em ponto de recolhimento ou no revendedor que faz a troca.



