Óleo de motor sintético se acha na concessionária, na loja de peças de moto, em casa de lubrificantes e em loja online. O canal pesa menos que a especificação: leve a viscosidade e a norma que o manual da sua moto pede, e prefira o balcão, onde dá para ver lacre e lote.
O que ler no frasco antes de levar
Procure a viscosidade SAE, aquela sigla com a letra W, e a classificação JASO MA ou MA2. A maioria das motos tem embreagem banhada no mesmo óleo do motor, e óleo de carro com aditivo para economizar combustível pode deixar essa embreagem patinar. Se o manual pede MA2, não troque por MA sem saber o motivo.
Confira também o registro da ANP: óleo de motor vendido no Brasil precisa dele, e o painel de registros da agência permite consultar. Frasco sem registro, sem lote ou com rótulo mal impresso fica na prateleira.
Sintético, semissintético ou mineral
Para moto de uso diário, siga o tipo que o manual indica. O sintético faz mais sentido em motor que trabalha quente: trânsito parado, alta rotação, viagem carregada. Ele aguenta bem o calor, mas não dispensa a troca no prazo do manual nem a troca do filtro de óleo.
Entre as marcas que fazem óleo de motor para moto estão Motul, Mobil e Castrol. Na moto da Yamaha existe também o Yamalube, que é a linha da própria fabricante. Desconfie de frasco sem marca conhecida e muito mais barato que os outros: é o tipo de compra que volta para a oficina.
Compra online e descarte
Na loja online, o vendedor deve mostrar nome empresarial, CNPJ ou CPF, endereço e contato (Decreto 7.962/2013). Sem esses dados, compre em outro lugar.
O óleo usado não pode ir para o solo, para a água nem para o esgoto. Entregue em ponto de recolhimento ou no revendedor que faz a troca (Conama 362/2005).



