Lanterna traseira LED se compra como peça inteira: na concessionária, pelo código, ou em loja de peças de moto, comparando o conector com o da sua. Os pontos de luz costumam vir soldados na placa interna, então, quando eles apagam, o caminho em geral é trocar o conjunto. Nesse tipo, lâmpada avulsa não serve.
Original ou de reposição
Se a moto saiu de fábrica com LED, o conjunto original é a aposta mais segura, porque encaixa nos furos e usa o conector previsto. A de reposição pode funcionar bem, mas confira a fixação e se a luz da placa veio junto. Desconfie de anúncio de lanterna LED sem informar aplicação por modelo: quando serve em vários modelos, geralmente algum detalhe não bate. Se a sua moto veio de fábrica com lâmpada, eu ficaria na lanterna de lâmpada: trocar a lâmpada original por outra de tecnologia diferente só é permitido se o manual previr (Resolução Contran 970/2022). Na dúvida, consulte o Detran do seu estado antes.
Quando o conector não é o mesmo
Adaptar chicote exige emenda bem feita, com solda e isolamento, e mexe na parte elétrica da moto. Quem não tem prática deve procurar uma auto-elétrica. Emenda mal feita provoca oscilação, falha na luz de freio e até curto. Se a lanterna nova tem fios de cores diferentes dos da original, peça a ligação por escrito ao vendedor ou ao eletricista, e teste posição, freio e setas, uma por vez, antes de fechar o acabamento da traseira. Confira ainda se a luz de freio acende com a manete e com o pedal.
Cor e lente
A luz de freio é vermelha e a da placa é branca. Película ou pintura na lanterna é proibida (Resolução Contran 970/2022). Lente fumê vendida como acessório também pode ficar escura demais para ser vista de longe, então prefira lente de cor original.



