Lâmpada de LED para moto se acha na loja de peças de moto e na auto-elétrica, mas esse termo não diz qual você procura: farol, lanterna, freio, pisca ou painel. Cada uma tem base, potência e função diferentes. Comece pela posição e depois decida se LED faz sentido.
A regra que vale para qualquer posição
Trocar a lâmpada original por outra de potência ou tecnologia diferente só é permitido se o manual da moto previr (Resolução Contran 970/2022). A norma não cita LED pelo nome, então a decisão fica com o manual. Luz extra não prevista e película ou pintura em farol e lanterna são proibidas. As cores têm regra: farol branco ou amarelo, pisca âmbar, freio vermelho e placa branca.
Descubra a base e a função
- Farol: formatos como H4 ou H7, cada um com conector próprio.
- Lanterna e freio: base de pinos ou de cunha; na original, um ou dois filamentos.
- Pisca: base de pinos ou de cunha, com relé que reage à carga elétrica.
- Painel: lâmpadas pequenas, de cunha ou de soquete de borracha.
Tire a lâmpada queimada e leve ao balcão. Sem a velha na mão, anote modelo, ano e a posição da luz.
Reposição da mesma tecnologia é o caminho simples
Concessionária da marca vende a original pelo código. A loja de peças de moto vende reposição, e ali é fácil comparar a base. A auto-elétrica instala e mede o circuito. Philips, Magneti Marelli e Haloway fazem lâmpadas. Para o dia a dia, a recomendação é a lâmpada de reposição da mesma tecnologia da original, o que dispensa adaptar relé ou resistor e mantém você dentro do que o manual prevê. Se a sua moto veio com LED integrado, a peça é o conjunto, e não uma lâmpada solta.



