Lâmpada H4 se acha em loja de peças de moto, em auto-elétrica e em concessionária. É um tipo muito comum de bulbo de dois filamentos: um faz o farol baixo, o outro o alto, ambos no mesmo vidro.
Três terminais não provam que é H4
Três terminais e dois filamentos não bastam: a HS1 também tem os dois, com outra potência. Quem identifica é o código na lâmpada velha ou no manual. Antes de comprar, abra o farol, solte o conector e a presilha de retenção e veja a marcação; se ela sumiu, vá pelo manual da moto. Se queimou só o alto ou só o baixo, o bulbo todo é trocado.
O que muda entre uma e outra
Todas as H4 se encaixam, mas não são iguais. O filamento precisa estar no ponto exato do refletor, e na lâmpada sem marca ele pode vir deslocado. O resultado é um facho torto, que falha no baixo e ofusca quem vem de frente. Por isso, para moto de uso diário, a escolha mais segura é halógena de fabricante conhecido, como Philips, Magneti Marelli ou Haloway.
Teste depois de trocar
- Acenda o baixo e o alto e veja se os dois funcionam.
- Pare a moto de frente para uma parede à noite e compare o facho com o que era antes. Se estiver torto, reveja o encaixe da base.
- Não toque o vidro com os dedos; a gordura da pele marca o bulbo e encurta a vida dele.
Lâmpada com potência diferente ou outra tecnologia no lugar da H4 original só é permitida quando o manual da moto prevê (Resolução Contran 970/2022). Kit xenon é proibido, salvo em moto que saiu de fábrica com esse farol (Resolução Contran 916/2022).



