Filtro de óleo se acha em concessionária da marca da moto, em loja de peças de moto e na oficina que faz a troca de óleo. O jeito mais seguro de acertar é levar a peça velha ou o código dela e comparar no balcão.
Os dois tipos mais comuns
Há o filtro rosqueado, uma lata fechada que você aparafusa no motor, e o refil ou cartucho, só o elemento de papel, que entra em uma carcaça com tampa e é o que muitas motos usam. Não se misturam. Algumas motos pequenas nem têm filtro de papel, só tela e filtro centrífugo internos, e aí não há filtro para comprar. Antes de ir à loja, veja no manual ou na peça velha qual é o seu caso.
Rosca, altura e anel de vedação têm de bater
- Rosca: no filtro rosqueado, diâmetro e passo precisam ser iguais aos do filtro antigo.
- Anel de vedação: o diâmetro e a espessura têm de bater, senão o óleo pode vazar.
- Tamanho: a lata precisa caber no espaço do motor sem encostar em escape ou tubulação; o refil precisa ter a altura e o diâmetro do velho.
Para moto de uso diário, o original ou uma reposição de marca com aplicação indicada resolve. A Fram e a Wega fazem filtro de óleo. Evite a peça sem marca e sem referência: o filtro trabalha com óleo quente e sob pressão, e uma lata mal fabricada pode vazar.
Troque o filtro junto com o óleo?
O manual da moto diz quando trocar o filtro e quando trocar só o óleo. Siga o manual. Se você vai trocar o filtro, compre também o óleo do tipo indicado e confira se ele tem registro na ANP, o que dá para ver no painel de registros do órgão. Se você nunca trocou, deixe com mecânico na primeira vez: aperto demais danifica a vedação, e de menos deixa vazar.
Para onde vai o óleo usado
O óleo usado não pode ir para solo, água ou esgoto. Entregue em ponto de recolhimento ou no revendedor que faz a troca (Conama 362/2005). O filtro usado também carrega óleo: escorra, feche em saco e pergunte a quem recebe o óleo se aceita o filtro.



