Para disco de freio traseiro, o caminho é o código da peça na concessionária ou a comparação com o velho numa loja de peças de moto, mas antes olhe a roda de trás. Muitas motos têm freio a tambor, e nelas não há disco, mas lona ou patim. Se for tambor, o termo certo da busca é lona de freio traseira.
Se a moto tem disco atrás
Para uso diário, eu ficaria no original ou em reposição de fabricante de disco, como Brembo e Ferodo, com a aplicação por modelo na embalagem. Anote modelo, ano e cilindrada, o diâmetro e os furos de fixação. Diga também se a moto tem ABS, porque o disco pode ter anel ou furos de sensor, e um disco comum pode não servir.
Por que o disco de trás se estraga diferente
Ele costuma trabalhar menos que o dianteiro, então a troca nem sempre vem da espessura. Ferrugem, empeno e riscos fundos também pedem troca. Óleo de corrente ou graxa no disco pode deixar o freio fraco e barulhento: antes de comprar disco, peça ao mecânico para limpar com produto próprio para freio e conferir se a pastilha se contaminou.
Novo, do lado certo e com mecânico
O disco traseiro é diferente do dianteiro: não compre um pelo outro. Freio usado também fica de fora: a Resolução Contran 611/2016 proíbe vender essas peças usadas ao consumidor. Troque as pastilhas traseiras junto. O serviço mexe com segurança e é do mecânico, que confere o assentamento da pinça e a sangria se for preciso.
Tambor para disco não é troca de peça
Se o traseiro da sua moto é tambor e você quer um disco, a troca vai bem além de comprar a peça: muda cubo, pinça, bomba e suporte. Isso é projeto de oficina de preparação e pode ser alteração de característica, então consulte o Detran. Se você só quer freio traseiro firme, lona nova e ajuste do cabo ou da haste costumam ser o primeiro passo.



