Caixa de fusíveis se compra na concessionária da marca, em loja de peças de moto ou numa auto-elétrica que atenda moto. Informe modelo e ano, ou leve a caixa velha, porque o número de fusíveis, o tipo (lâmina ou vidro) e o formato do conector mudam de moto para moto.
Antes de comprar a caixa, veja se é só o fusível
O defeito pode ser só um fusível queimado. Abra a tampa da caixa: a amperagem de cada fusível está marcada nela ou no manual. Fusível queimado se troca por outro igual, da mesma amperagem. Um valor maior deixa o fio esquentar antes de o fusível proteger, e é assim que começa incêndio na fiação.
Se o fusível novo queima de novo, o defeito está no circuito. Não use fio, papel de alumínio nem “gambiarra” no lugar do fusível.
Quando a caixa em si está ruim
- Terminais enferrujados ou esverdeados por água.
- Plástico derretido ou escurecido perto de um contato.
- Fusível novo que fica frouxo ou faz mau contato.
Um eletricista de moto confere o contato com multímetro e diz se vale trocar só os terminais ou a caixa toda. Relé que não comuta é outra peça: em muitas motos ele sai e se troca sem mexer na caixa, e Magneti Marelli faz relé.
Original, reposição e usado
Para o caso comum, fique na original pelo código, que encaixa no chicote sem adaptação. A reposição serve quando a aplicação está indicada para o seu modelo. Caixa usada de desmanche pode servir se a empresa for registrada no Detran e informar a origem e a condição (Lei 12.977/2014), mas confira os terminais com cuidado, porque oxidação interna não aparece a olho nu.
Na instalação, desligue a bateria antes de mexer. Confira a posição de cada conector e sele de novo o que ficou aberto, para a água não entrar.



