Banco de moto se compra de três jeitos: na concessionária da marca, pelo código da peça; em loja de peças de moto ou loja online, pelo modelo e ano; ou em tapeçaria especializada, que refaz a espuma e o forro do banco que você já tem. Se o problema é espuma afundada ou forro rasgado, eu iria na tapeçaria: a base e o encaixe continuam os originais.
Qual caminho escolher
- Banco original, concessionária: encaixe previsto para o seu modelo, serve para quem quer a peça como saiu de fábrica.
- Reposição em loja: bom para trocar peça quebrada, mas confira a aplicação e a trava.
- Tapeçaria: refaz forro e espuma, com a opção de mudar material ou densidade.
A parte de baixo mostra a fixação
Leve modelo, ano, cilindrada e uma foto do banco, de cima e de baixo. A parte de baixo mostra o tipo de fixação, a trava e a chave. Se o banco abre compartimento ou tem fecho com chave, diga isso ao vendedor. Banco que não trava direito pode se soltar numa freada.
Compare com a peça velha: largura, comprimento, ponto de encaixe e altura. Uma diferença pequena na espuma muda a distância do pé ao chão. Se a moto é para quem tem pouca altura, preste atenção nesse detalhe.
Usado e desmanche
Desmanche precisa ser registrado no Detran e informar a origem e a condição da peça (Lei 12.977/2014). Banco usado serve, desde que a espuma esteja inteira e o forro sem mofo.
Comprou pela internet: teste o encaixe ao receber
Encaixe o banco na moto, feche a trava, abra o compartimento se houver e veja se a chave gira sem forçar. Se algo não servir, avise a loja e guarde as conversas: pela internet, você tem 7 dias para desistir (Código de Defesa do Consumidor, Lei 8.078/1990). A reclamação formal pode ser aberta em consumidor.gov.br.



